Espaço Mulher

Ginecologia Geral

Aqui você vai encontrar informações sobre contracepção, conceitos e dicas sobre as principais e mais frequentes intercorrências que ocorrem durante a vida da mulher, da infância à pós menopausa.

Métodos anticoncepcionais

Os métodos contraceptivos permitem a vivência da sexualidade de forma saudável e segura. Além do efeito contraceptivo, os preservativos femininos e masculinos são os únicos a prevenir as doenças sexualmente transmissíveis (DSTs). Mas, atualmente, existem diversos métodos, incluindo: contracepção hormonal oral, contracepção hormonal injetável, implante, adesivo, dispositivo intrauterinos, preservativo masculino, preservativo feminino, diafragma, anel vaginal, métodos cirúrgicos, espermicidas, abstinência periódica e a contracepção de emergência.

O grau de eficácia varia de método para método. Em alguns casos, como com a pílula e o preservativo, o grau de eficácia depende da forma correta e continuada de utilização do método. Alguns possuem contraindicações e efeitos colaterais. Assim, nenhum contraceptivo é o ideal para todas as pessoas, sendo necessário que a mulher procure a nossa orientação para utilizar aquele que será melhor para o seu organismo.

Como devo escolher meu método contraceptivo?

Você, juntamente com o seu ginecologista, avaliarão as opções de prevenção contra a gravidez mais indicadas e viáveis para o seu caso.

Para indicar o contraceptivo ideal, o ginecologista fará uma investigação da sua saúde de modo geral. Dados individuais de cada mulher são considerados na escolha do método: idade, peso, presença de doenças tais como a diabetes, hipertensão arterial, doenças hepáticas (hepatites, cirrose), doenças renais, tabagismo, histórico de trombose ou tromboembolismo, desejo reprodutivo futuro.

Métodos Comportamentais de Contracepção

Esses métodos baseiam-se na observação das características do ciclo menstrual e do organismo, com abstinência sexual durante alguns períodos. Apresentam baixa eficácia, alteram o comportamento do casal, dependem de motivação e aprendizado e não protegem contra doenças sexualmente transmissíveis/AIDS. São eles: a tabelinha e o coito interrompido.

Tabelinha

A famosa tabelinha é bastante utilizada e consiste no cálculo do provável dia da ovulação (período fértil) e na abstinência sexual por pelo menos 7 dias, nessa época. Esse método só deve ser utilizado por mulheres que tenham os ciclos menstruais regulares.

Ejaculação extravaginal (coito interrompido)

Consiste na retirada do pênis da vagina, antes da ejaculação. Não é um método recomendado, pois leva a um ato sexual incompleto e a ansiedade no casal. O índice de falha é alto porque muitos homens não conseguem controlar o momento da ejaculação e, além disso, o líquido seminal eliminado antes da ejaculação também contém espermatozóides.

Métodos de Barreira

Esses métodos impedem que os espermatozóides cheguem ao útero.

Condom ou Camisinha

Existem modelos masculino e feminino (raramente usado). A camisinha masculina é um método bastante utilizado e eficaz, mas depende de uso correto. A grande vantagem é que, além de proteger contra uma gravidez indesejada, protege contra doenças sexualmente transmissíveis/AIDS.

Dispositivo Intra-Uterino (DIU)

O DIU é um dispositivo colocado dentro do útero para se prevenir gestações indesejadas. A presença do DIU evita a gestação por agir alterando o muco do colo uterino e impedindo que os espermatozóides cheguem ao útero, alterando as condições do endométrio (camada interna do útero) e agindo nas nas trompas.

Existem dois tipos principais:

1) o DIU de cobre é o mais antigo e largamente utilizado.

2) o DIU com hormônio (um tipo de progesterona): geralmente provocam a cessação da menstruação ao longo do tempo de uso. Por isto, também é utilizado para mulheres que apresentam cólicas e alterações de fluxo menstruais.

O DIU é colocado pelo médico, de preferência durante o período menstrual, e apresenta durabilidade de alguns anos (5 a 10 anos a depender do tipo). É eficaz e o risco de gravidez é bastante pequeno.

Contracepção Hormonal

São constituídos de hormônios sintéticos, geralmente a associação de um tipo de estrogênio e um tipo de progesterona. Esses métodos atuam no centro regulador do ciclo menstrual, levando a um estado em que a mulher não ovula. São bastante eficazes, com uma taxa de gravidez muito baixa. A administração dos hormônios que impedem a ovulação no organismo pode ser feita pela ingesta de comprimidos, injeção, uso de adesivos transdérmicos, uso de anel vaginal ou uso de implantes subcutâneos.

Pilula interfere na fertilidade?

Com certeza, você tem uma amiga ou conhece uma mulher que atribui ao uso da pílula anticoncepcional sua dificuldade para engravidar. Os contraceptivos orais não influenciam na fertilidade feminina.

A crença de que a pílula interfere na fertilidade vem do fato de que, ao tentar engravidar, depois de interromper o uso dos contraceptivos, muitas mulheres não conseguem e colocam a culpa nos anos de tratamento com o medicamento. Mas isso não é verdade. Muitas mulheres realmente têm problemas de infertilidade e só vão descobrir o fato quando param de tomar a pílula. Estes problemas não têm nada a ver com a pílula.

Pilula nao engorda

O ganho de peso é o efeito colateral mais temido do controle de natalidade. Preocupações a respeito das pílulas, que “são responsáveis pelos quilos extras”, são razões conhecidas para manter algumas mulheres longe deste meio contraceptivo.

Mas, na prática, a maioria dos estudos sobre o tema mostra que essas preocupações são injustificadas. E as mulheres que acabam por ganhar peso enquanto fazem uso da pílula anticoncepcional, dizem os especialistas, podem simplesmente não perceber um ganho de peso natural ao longo do tempo.

Em uma ampla análise publicada na Cochrane Database of Systematic Reviews, os pesquisadores revisaram dados de vários estudos randomizados que compararam anticoncepcionais hormonais e placebos.

Não houve evidência em qualquer um dos estudos que mulheres que usaram contraceptivos orais ganharam mais peso do que aquelas que receberam um placebo. Os pesquisadores então reavaliaram estudos que comparam diferentes doses ou esquemas de diversos contraceptivos hormonais e também não encontraram diferenças substanciais no aumento de peso.

Outro estudo, realizado em 2008, pela Escola de Medicina da Universidade de Massachusetts, analisou dados de 150 atletas do sexo feminino, entre 18-26 anos. A um grupo foi dado contraceptivos orais, aleatoriamente, a outro, que serviu como controle, não. Após dois anos, os cientistas concluíram que os contraceptivos não causaram qualquer ganho de peso ou de aumento da gordura corporal.

Contracepção Cirúrgica

É o único método de contracepção definitiva. A esterilização feminina consiste na ligadura tubária, ou laqueadura. É uma cirurgia que rompe a “ponte” entre o espermatozoide e o óvulo, as trompas de falópio. Com a obstrução nas trompas, o espermatozóide é impedido de chegar ao óvulo. A masculina é a vasectomia. A vasectomia é um procedimento ambulatorial, é feita sob anestesia local. Esses métodos são de alta eficácia, mas suas indicações são bastante específicas.

DST (Doenças Sexualmente Transmitidas)

As doenças sexualmente transmissíveis (DST), são doenças que podem ser causadas por vários tipos de agentes. São transmitidas, principalmente, por contato sexual sem o uso do preservativo, com uma pessoa que esteja infectada e, geralmente, se manifestam por meio de feridas, corrimentos, bolhas ou verrugas.

Algumas DST são de fácil tratamento e de rápida resolução. Outras, necessitam de um tratamento mais específico, pois podem persistir ativas, mesmo com a sensação de melhora.

Algumas DST, quando não diagnosticadas e tratadas a tempo, podem evoluir para complicações graves e até a morte.

Um estudo americano estimou que 75% a 80% dos adultos sexualmente ativos irá adquirir uma infecção do trato genital por HPV ao longo da vida – a maioria das mulheres tem o primeiro contato com o HPV entre os 15 e os 25 anos. Estima-se que cerca de 10% da população mundial apresente o vírus.

O uso do preservativo é um importante aliado na prevenção à esta e outras doenças. Mas os dados não são animadores. Segundo pesquisa divulgada, em 2009, pelo Ministério da Saúde, 95% da população sabe da importância do uso da camisinha. Mas apenas 46,5% das pessoas de 15 a 64 anos ouvidas pelos pesquisadores disseram adotar o preservativo em relações eventuais. Outro aliado no combate à doença é a vacinação.

Antes de iniciar a atividade sexual, além de toda a orientação que pode receber do ginecologista, a adolescente – ou mesmo a pré-adolescente – pode se vacinar contra o HPV.

TPM (Tensão Pré-Menstrual)

Muitas mulheres não sabem, mas a temida tensão pré-menstrual – TPM – é algo sério e comum que leva a paciente a procurar o ginecologista e, de fato, em muitos casos deve ser tratada. No entanto muitas deixam de procurar ajuda, mesmo com sintomas intensos que prejudicam até o seu desempenho profissional, pois acham que têm simplesmente que agüentar e desconhecendo que muito pode ser feito para ajudá-las.

A TPM é um conjunto de sintomas físicos e comportamentais que ocorrem na segunda metade do ciclo menstrual podendo ser tão severos que interfiram significativamente na saúde biológica e psicológica.

A concentração dos hormônios sexuais varia no decorrer do ciclo menstrual. Assim que termina a menstruação, tem início a produção de estrógeno, que atinge seu pico ao redor do 14º dia do ciclo, quando começa a cair e a aumentar a produção de progesterona. O nível desses dois hormônios, porém, praticamente chega a zero durante a menstruação.

Os sinais e sintomas são físicos e psicológicos ou comportamentais apresentando uma relação temporal com o período pré-menstrual e com características de repetição a cada novo ciclo. São sinais e sintomas comumente observados: inchaço (edema) nas mamas, nas pernas e às vezes, no corpo todo; dolorimento mamário; ganho de peso; dor de cabeça; cansaço; dor nas pernas; aumento do volume abdominal; acne; nervosismo; irritabilidade; depressão; choro fácil; depreciação da auto-imagem; alteração do apetite (o mais típico é o aumento do apetite para doces e chocolates) e outros. Não há necessidade de se apresentar todos os comemorativos para que se caracterize a tensão pré-menstrual, mas deve haver nítido surgimento ou predomínio desses sinais e sintomas nos dias que antecedem a menstruação. A intensidade e a qualidade dos sinais e sintomas encontrados são muito variáveis. Algumas tem predomínio dos sintomas psicológicos, outras dos sintomas orgânicos, como o inchaço. O tratamento vai depender da severidade dos sintomas, incluindo modificações alimentares, comportamentais e tratamentos com medicamento.

Corrimentos e outros sintomas locais

Vulvovaginites

As infecções genitais são todas e quaisquer doenças, causadas por agentes infecciosos externos, que afetam o órgão genital, e atualmente, as que mais preocupam as mulheres e as levam a recorrer ao ginecologista. Os sintomas são variados como, dor ao ardor ao urinar, dor durante as relações sexuais, coceira na região, corrimento e vermelhidão em toda a área.

O principal caminho para diagnosticar a infecção é através de exames complementares, como o Papanicolaou. O tratamento vai depender do que a originou, se foi um fungo, bactéria, vírus ou protozoário.

HPV

O HPV (papiloma vírus humano), nome genérico de um grupo de vírus que engloba mais de cem tipos diferentes, é uma doença sexualmente transmissível que pode provocar a formação de verrugas na pele e nas regiões oral (lábios, boca, cordas vocais), anal, genital e da uretra.

Atualmente, existem mais de 100 tipos de HPV, alguns deles podendo causar câncer, principalmente no colo do útero e do ânus, tendo como subtipos mais agressivos o 16 e o 18, considerados de alto risco. Geralmente a infecção pelo HPV não apresenta sintomas. O único sinal indicativo da infecção é a presença de verrugas, pápulas ou manchas. Não se sabe por quanto tempo o HPV pode permanecer inaparente, as manifestações podem ocorrer após meses ou anos do contágio.

Miomas

Milhares de mulheres convivem diariamente com a informação de serem portadoras de uma doença chamada Miomatose Uterina. O mioma é um tumor benigno de músculo liso que aparece preferencialmente no útero, e em apenas 0,5% dos casos pode se tornar câncer. Cerca de 30 a 40% das mulheres com mais de 50 anos possuem um ou mais miomas, que podem se localizar em 3 diferentes regiões do útero: na cavidade (mioma submucoso), no músculo (intramural) ou abaixo do revestimento externo do útero (subseroso).

O que são miomas uterinos?

Miomas ou fibromas são tumores benignos formados de fibras musculares da camada muscular do útero. Pela chance muito pequena de transformarem-se em tumores malignos (câncer), os miomas são dito benignos. Somente viram tumores cancerígenos em 0,5% das vezes.

Os miomas podem ser de vários tamanhos, tipos e localizarem-se em todas as camadas do útero. Mais raramente localizam-se nos ligamentos de sustentação dos órgãos reprodutivos. Há miomas podem crescer e atingir grandes volumes no abdômen.

O que os miomas podem causar?

De acordo com o tamanho e localização dos miomas, os mesmos podem provocar ou não sintomas. Quando presentes, os sintomas mais comuns são sangramento uterino anormal, tais como aumento da duração e da intensidade do fluxo, bem como irregularidade menstrual. Quando há sangramento importante, pode gerar quadros de anemia. Outros sintomas são dor pélvica, compressão dos órgãos vizinhos tais como a bexiga, causando geralmente aumento da frequência urinária, e também dificultar a gestação.

Como posso saber se tenho miomas?

Seu médico fará uma avaliação criterioso de seu estado de saúde por meio de entrevista e questionamentos sobre seus sintomas, analisará o tamanho do útero pelo exame ginecológico, e complementará com a realização do exame de imagem, geralmente a ultrassonografia. A ultrassonografia ajudará principalmente na avaliação do tamanho e localização dos miomas, dados importantes para nortear o tratamento.

Quais são os tratamentos para os miomas?

Nem todo mioma precisa ser tratado ou retirado por cirurgia. Isto vai depender do seu tamanho, tempo de crescimento e sintomas de dor ou hemorragia uterina. Assim, muitas vezes os miomas são detectados em exames de rotina ginecológica tais como a ultrassonografia pélvica, sem, no entanto, manifestar qualquer alteração no organismo. Nestes casos, pode-se considerar somente a observação com exames periódicos.

E as cirurgias?

O tratamento cirúrgico é muitas vezes a única opção para o controle da doença. Podem ser retirados somente os nódulos de mioma (miomectomia), ou proceder a retirada do útero (histerectomia).

Endometriose

A endometriose é uma doença inflamatória provocada por células do endométrio (tecido que reveste o útero) que, em vez de serem expelidas durante a menstruação, se movimentam no sentido oposto e caem nos ovários ou na cavidade abdominal, onde voltam a multiplicar-se e a sangrar.

Os primeiros estudos sobre a prevalência da endometriose na população em idade reprodutiva são entre os 40 e 50 anos, e mostram, até hoje, variação entre 1 e 50% dos casos, o que significa dados científicos conflitantes e sem conclusão. O verdadeiro perfil da portadora de endometriose é impreciso, embora exista consenso de que a doença está presente entre 10 e 15% das mulheres em idade reprodutiva, podendo alcançar 50% dos casos em pacientes inférteis ou com dor pélvica crônica.

Sintomas: aparecem fortes cólicas, dores pélvicas, sangramentos mais longos e intensos, ciclos mais curtos, desconforto/dor durante o sexo e dificuldade para engravidar ou infertilidade. Quanto mais crônica é a doença, maiores são os riscos de infertilidade. É importante ressaltar que uma parte das mulheres não apresentam sintomas.

Menopausa e climatério

A menopausa é o período fisiológico após a última menstruação da mulher, em que estão encerrados os ciclos menstruais ovulatórios. O início da menopausa só pode ser considerado um ano após o último fluxo menstrual.

Nesta fase, algumas mulheres podem sentir ondas de calor em face e pescoço, acompanhadas de transpiração, tonturas e palpitações; suores noturnos prejudicando o sono; depressão ou irritabilidade; alterações nos órgãos sexuais, como coceira, secura da mucosa vaginal; distúrbios menstruais; diminuição da libido; desconforto durante as relações sexuais; osteoporose

Por isso, é de extrema importância que a mulher se prepare para esse período, adotando uma dieta saudável desde cedo, praticando exercícios e evitando hábitos nocivos, como fumar e abusar de bebidas alcoólicas e não deixar de comparecer nas consultas com o ginecologista.

O climatério representa a transição da vida reprodutiva para a não reprodutiva, caracterizado por alterações metabólicas e hormonais que trazem mudanças envolvendo o contexto psicossocial. A diminuição dos níveis hormonais é um fato que ocorre com todas as mulheres e se inicia ao redor dos 40 anos. Com a deficiência destes hormônios que ocorre no climatério, particularmente após a menopausa, passa a haver um risco aumentado para a mulher desenvolver a doença cardiovascular e a osteoporose. Nos primeiros 5 anos após a menopausa a mulher pode perder de 1% a 4% ao ano de massa óssea, ou seja, nesses primeiros 5 anos, sua perda pode chegar a 20% de toda a massa óssea acumulada ao longo de sua vida. Deve-se salientar que todas essas conseqüências são silenciosas e que se manifestam tardiamente.

Incontinência urinária

Como o meu médico pode diagnosticar a incontinência de esforço?

Seu médico irá questioná-la a respeito das atividades que levam à perda urinária, e irá examiná-la para avaliar a presença de outros problemas, tais como o prolapso genital (quando os órgãos pélvicos, bexiga, útero e reto encontram-se fora da sua posição normal, popularmente chamados de “baixos ou caídos”). Mulheres com incontinência por esforço também podem apresentar problemas com incontinência urinária por urgência, ou incontinência para fezes ou gases. Não se sinta constrangida em referir esses problemas para o seu médico.

Quais exames que devem ser realizados?

Alguns exames podem ser solicitados para ajudar na elaboração do diagnóstico e da causa da incontinência urinária, a fim de avaliar-se a melhor forma de tratamento.

Deve-se realizar um exame de urina, para que a hipótese de uma infecção urinária seja descartada.

Seu médico poderá solicitar um exame chamado estudo urodinâmico. O estudo urodinâmico avalia a capacidade da bexiga de armazenar e eliminar a urina, e o mecanismo ou causa da incontinência. Assim, fornece informações importantes e detalhadas sobre todo o funcionamento da bexiga e da uretra. O exame é realizado por médico uroginecologista ou urologista capacitado.

Cistites e infecções urinárias

Como posso ajudar a reduzir o risco de adquirir uma infecção urinária?

• Beba muito líquido, de modo a ser o suficiente para urinar claro 4 a 6 vezes por dia (cerca de 8 copos).

• A ingesta de suco ou cápsulas de cranberry aumenta a acidez da urina e ajudar a inibir o crescimento de bactérias.

• Vá ao banheiro quando você tem o desejo, não espere muito tempo. Idealmente a cada 3 horas.

• Depois de usar o banheiro, limpe sempre da frente para trás.

• Evitar irritantes potenciais, tais como óleos de banho perfumados e desodorantes vaginais.

• Lubrifique adequadamente durante as relações sexuais – vai diminuir a irritação da uretra.

• Vá ao banheiro antes e logo que possível depois de fazer sexo.

• Usar roupas íntimas de algodão e roupas largas para que o ar possa manter a área seca.

• Se você tem diabetes, mantê-lo sob controle.

Como é infecção urinária tratada?

Para uma simples infecção da bexiga, o médico pode prescrever antibióticos por 3-5 dias.

Para uma infecção da bexiga com complicações como gravidez ou diabetes, ou uma infecção renal leve, normalmente você vai tomar antibióticos por 7-14 dias. É importante você terminar todos os antibióticos, mesmo que se sinta melhor. Se você não completar o tratamento, a infecção pode voltar e pode ser mais difícil de tratar